domingo, 25 de março de 2012

Lombada Eletrônica também pode promover educação no trânsito

15/03/12


Envolvida em vários projetos na área de infraestrutura, mobilidade e acessibilidade urbana, a Vereadora Neusinha Santos (PT) criou um Projeto de Lei (PL) para a implantação de lombadas eletrônicas nas principais vias públicas de Belo Horizonte em substituição aos radares eletrônicos – também conhecido como pardais, com o intuito também de promover a educação no trânsito.
Ainda, a PL tem a finalidade de definir critérios mínimos para a instalação e localização de equipamentos eletrônicos de controle de velocidade.“Hoje existe uma grande quantidade de radares, nas principais vias públicas de BH. Esses radares têm um caráter arrecadatório, enquanto a lombada eletrônica por obrigar o motorista a parar, promove educação no trânsito e a redução de velocidade e de acidentes", comenta Neusinha.

Na última sexta-feira (9), durante votação no plenário da Câmara Municipal, o projeto de lei n° 1890/2011, de autoria da Vereadora
Neusinha Santos e que aprovaria a implantação de lombadas eletrônicas em Belo Horizonte foi vetado. A ementa do projeto tinha como objeto reafirmar o compromisso do Poder Público de combater os abusos e o excesso de velocidade visando diminuir o trágico índice de acidentes fatais nas vias públicas.

Na sessão, a Vereadora criticou os métodos empregados atualmente pela fiscalização que instalam equipamentos “como se fossem armadilhas com intenção única de flagrar motoristas infratores e aplicar-lhes pesadas multas” e disse acreditar que a substituição dos radares pelos instrumentos conhecidos como lambadas eletrônicas irá reverter em benefício de pedestres e motoristas por tratar de um equipamento de fácil visualização que obrigaria a redução da velocidade dos condutores de veículos sobressaindo o caráter educativo.

A ideia do PL de Lombadas Eletrônicas surgiu a partir de uma preocupação da Vereadora referente aos números de acidentes no trânsito em Belo Horizonte. “Os dados a respeito deste assunto são muito preocupantes e precisamos de forma urgente promover a educação no trânsito. Só para se ter uma ideia, Somente de janeiro a novembro de 2011, 4.729 pessoas ficaram internadas em unidades de saúde de Belo Horizonte para se recuperar de traumas provocados por acidentes, segundo dados do Sistema Único de Saúde (SUS)”, diz Neusinha.

Aplicação da Lei de Mobilidade Urbana traz soluções para o trânsito dos grandes centros

13/03/12


Numa época em que discussões sobre transporte público coletivo estão cada vez mais urgentes, a vereadora Neusinha Santos (PT) percebendo a grande carência que Belo Horizonte tem no que diz respeito de mobilidade e acessibilidade, quer unir forças para fazer com que a Lei de Mobilidade Urbana, promulgada em janeiro deste ano, saia do papel na capital mineira. O objetivo é fazer com que a lei seja colocada em prática de forma mais contundente incentivando a ampliação dos transportes públicos e não motorizados com foco na melhoria da mobilidade.

“A Lei de Mobilidade Urbana, que envolve diretamente a Política Nacional de Mobilidade Urbana, é um ganho de extrema importância para a sociedade, principalmente quando estas cidades – como é o caso de BH tem o transporte coletivo rodoviário como prioridade. Agora, é unir forças para fazer com que esse direito adquirido da Lei de Mobilidade Urbana seja colocado em prática de forma mais contundente”, diz Neusinha.

As novas regras priorizam o transporte público e coletivo sobre o individual, mas só entrarão em vigor depois da Copa do Mundo de 2014, porque os municípios têm prazo até 2015 para se adequarem a elas. A Lei de Mobilidade Urbana, de nº 12.587, tramitou no Congresso Nacional durante 17 anos. A sua aplicação exige que municípios com mais de 20 mil habitantes elaborem planos de mobilidade a serem revistos a cada dez anos. Pela regra atual, essa obrigação é imposta apenas aos municípios com mais de 500 mil habitantes. As cidades que não cumprirem essa determinação serão penalizadas com a suspensão dos repasses federais destinados às políticas de mobilidade urbana.

Frota

Em dez anos, a frota de veículos de Belo Horizonte cresceu mais de 67%, passando de 623 mil veículos em 1998 para mais de 1,045 milhão 2008. Em Minas Gerais, a frota corresponde a mais de 7 milhões, só perdendo para São Paulo com mais de 20 milhões de veículos nas ruas. Em uma década a frota de veículos de Belo Horizonte cresceu 552%, atingindo quase 1,1 milhão.

Atualmente, a capital mineira tem uma das maiores proporções de veículo por habitante do país: 1 veículo para cada grupo de 2,4 moradores – sendo que em São Paulo, estima-se um veículo por 1,78 habitantes; Brasília tem 1 veículo por 2,4 habitantes e Rio de Janeiro, 1 veículo por 2,9 habitantes. Segundo o Departamento de Trânsito de Minas Gerais (DETRAN-MG), o ritmo robusto de crescimento da frota revela uma média de 12 mil carros emplacados por mês na cidade, uma média de 400 carros por dia.


Foto: Flávio Tavares (Hoje em Dia)

Situação da UPA Noroeste é tema de Audiência Pública

21/03/12


O impasse na construção da Unidade de Pronto Atendimento da Região Noroeste de Belo Horizonte (UPA Noroeste) foi tema de Audiência Pública na Câmara Municipal na tarde desta quarta-feira (21/03).



Representantes da comunidade, do setor da saúde municipal e da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) estiveram presentes na mesa de discussão. A vereadora Neusinha Santos (PT) mostrou insatisfação com a prefeitura de Belo Horizonte (PBH) em relação aos problemas da Regional Noroeste.

Na audiência, o Sr. Joaquim Lopes, militante do movimento popular, trouxe a público um documento inédito que comprova que a PBH já é dona de parte do terreno. “Guardo esse papel comigo desde a década 1990, é uma prova contra a fala do governo de que é necessário desapropriar para a construção da UPA. Agora quero ver qual será a desculpa”, disse. O documento datado em 14 de fevereiro de 1991 foi assinado por Cid Dutra, então diretor do Departamento de Ação Regional da Sudecap.

Abrindo os trabalhos da Audiência Pública, a vereadora Neusinha Santos discursou sobre o descaso da administração municipal em relação ao início das obras da UPA Noroeste e comparou a rapidez na construção de um viaduto em Nova Lima com a demora em resolver a questão da desapropriação do terreno. “O prefeito não está fazendo porque não é prioridade. Os pobres não são prioridade, ele quer nos punir. Nós devíamos ser indenizados”, contestou.

O Assessor de Movimentos Sociais, Ivanir Maciel, foi convidado a falar sobre o problema. “A população da Noroeste está insatisfeita com a prefeitura, pois está claro que há uma resistência para concessão do terreno para construir a UPA”. Em seguida, Rafael Fróis, representante da comunidade chamou a atenção para a desapropriação das terras e ressaltou a falta de diálogo. “A prefeitura aumentou o valor de reserva da área, o que consequentemente gerou um acréscimo no valor final da obra. A COMFORÇA não foi consultada sobre esse caso.” disse.

Dentre os muitos empecilhos apontados pela PBH, uma das sugestões de implantação da UPA Noroeste é que ela seja construída em um aterro sanitário na região noroeste. A representante da secretária municipal de saúde, Suzana Rates, foi veemente contra esta proposta por conta dos possíveis problemas de saúde que o local possa causar no futuro. “O tempo mínimo para construção em uma área onde foi um aterro é de no mínimo 20 anos”.

Já a gerente de Divisão de Projetos da Sudecap, Lizana Zampier, reafirmou que a área do terreno é de 7 mil metros quadrados e está localizado na esquina da Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes com a Avenida Amintas Jaques de Morais. Seu valor está estimado em R$8 milhões. “Após o boom imobiliário os valores dos terrenos ficaram defasados e com isso o orçamento inicial teve que ser revisto”, disse Lizana. A vereadora Neusinha Santos encerrou a audiência pedindo aos convidados para encaminhar propostas para a resolução do impasse e ficou de marcar um próximo encontro com os convidados.

Belo Horizonte vive epidemia de cesarianas desnecessárias

23/03/12


Na tarde desta última quinta-feira (22), a Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) apresentou uma Audiência Pública a respeito do alto índice de partos por cesariana na capital mineira.
A vereadora Neusinha Santos (PT) presidiu a sessão ao lado das vereadoras Maria Lúcia e Silvia Helena. Muitos representantes ligados à área da saúde e a movimento de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) estiveram presentes na audiência e falaram sobre a importância de humanizar o parto normal não só em Belo Horizonte, mas em todo o país.

O aumento de cesarianas desnecessárias é preocupante. Em Belo Horizonte, o número de cesárias chega a ser três vezes maior do que preconiza a Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo especialistas, a falta de informação é um dos principais motivos que levam gestantes a optar por este tipo de parto na hora de dar à luz.

Para abrir os trabalhos da reunião, a mãe de uma criança de seis meses e ex-funcionária da Cemig, Ana Paula Sena, foi convidada a discursar. Ana contou que foi demitida da empresa estatal sem justa causa onde, aparentemente, sofreu preconceito de gênero. Ela disse que houve insinuações de que ela planejou sua gravidez para não ser mandada embora. O caso foi parar na justiça. “Sofri assédio moral seguido de demissão. A situação é lamentável, mas estou aqui pela minha filha”, denunciou.

Como membro da Comissão de Direitos Humanos da CMBH, a Vereadora Neusinha Santos se comprometeu a acompanhar o caso até que seja resolvido. “A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia tem que se reunir conosco para resolver o problema da Ana Paula. É nossa responsabilidade, pois se trata de uma empresa estatal”, declarou Neusinha.

A médica pediatra Dra. Sônia Lansky, que atua na Secretaria Municipal de Saúde Belo Horizonte, também foi convidada para falar sobre riscos da cesariana, morte materna e saúde do bebê. Ela iniciou a palestra contando que o país é signatário no pacto internacional para a redução da cesariana para 15%. Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde no Brasil, em 2010, 52% das gestantes não escolheram ganhar o bebê através do parto normal.

A doutora também apresentou dados informando que em 2011, 52,8% dos partos em Belo Horizonte foram cesarianas. Destes, 11,2% foram prematuros. “Do ponto de vista da bioética, o médico deve apresentar à mãe os prós e os contras da cesariana. 30% das mulheres preferem cesarianas no início do pré-natal enquanto 10% o fazem por indicação médica”, disse.

O médico obstetra Carlos Henrique defendeu a tese de que o parto sempre deve ser feito dentro de um hospital. “Sou contra o parto domiciliar. A ambiência vai melhorar muito esse processo. Estamos no século XXI e não podemos permitir que uma criança sofra sequelas por causa de problemas no parto. A sociedade tem participação no processo. Nós vamos precisar de tempo para treinar novamente os médicos, sociedade e judiciário. O direito humano envolve o direito de escolha”.

A sessão foi encerrada com a vereadora Neusinha e os convidados apresentando propostas a serem implantadas para o fim daquilo que ela acredita ser uma “epidemia de cesarianas desnecessárias em BH”.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

"Ceguinho é a Mãe"




Jaqueline de Paula e Lídia Salazar

A arte é a forma de expressão que transforma experiências. Mas nem sempre é preciso ver algum quadro, ou alguma escultura, para saber que aquilo é arte. Com um simples toque, ou um cheiro suave, é possível perceber e sentir detalhes artísticos.

Tocar nos contornos, apalpar relevos e dobras, sentir o calor de um material, são ações que pessoas com deficiência visual aproveitam muito mais do que aquelas que não têm. Além disso, a arte não se resume apenas a pinturas e quadros. A dança e o teatro fazem parte desse mundo onde o que predomina e o que faz sucesso são os artistas.

Quem melhor para falar desse tipo de arte que atende aos deficientes visuais do que o próprio “Ceguinho”? Sim, o humorista e personagem da peça teatral “Ceguinho é a mãe". Geraldo Sebastião Magela Dias a 15 anos exerce a profissão de humorista e está inteiramente ligado ao tema.

O belo-horizontino não nasceu totalmente cego. Quando criança enxergava pouco, mas não deixou de viver uma infância alegre e cheia de brincadeiras.

Magela tem sete irmãos, dos quais cinco também são cegos, devido a uma doença chamada retinose pigmentar. Por ter estudado em uma escola regular e não ter tido a estrutura que necessitava, parou de estudar na oitava série.

— Eu não conseguia escrever, eu tinha que ficar só prestando atenção na aula. Quando era prova de matemática, eu fazia no quadro, lembra Magela. O “ceguinho” conta que começou a trabalhar cedo. Nos primeiros empregos não durou muito tempo pela dificuldade de enxergar. Apesar das dificuldades, ele não desistiu de realizar seu sonho que era trabalhar em rádio.

Fez locução em porta de loja e um dia, quando ouvia Aldair Pinto, seu ídolo no rádio, resolveu participar do programa que tinha uma parte interativa com os ouvintes. Conseguiu ganhar o prêmio que a programação oferecia e aproveitou para falar um pouco do seu talento de locução.

— O Aldair me perguntou o que eu fazia e não perdi tempo. Logo falei que fazia imitações de pessoas famosas e já fui direto ao assunto exatamente pra eu mostrar meu talento!

Foi assim que Geraldo Magela começou! Aldair Pinto adorou seu humor e prometeu que se ele conseguisse patrocinadores apresentaria o programa com ele. Logo depois, o ceguinho já estava com o seu próprio programa.

Com o tempo, as oportunidades foram aparecendo e Magela se tornou humorista e passou a ser reconhecido em todo o Brasil. Mas ele explica que não foi fácil chegar aonde chegou. Segundo ele, muitas pessoas não vão ao teatro por terem um preconceito com pessoas cegas. Ele acredita que muito desse pré-julgamento acontece porque as pessoas só ouvem falar de cegos como coitadinhos e não sabem o potencial que eles têm.

Ter seu próprio programa é o sonho do humorista, mas ele acredita que o preconceito será o maior obstáculo, “um cego participar de um programa já não é nada fácil, imagine apresentando seu próprio programa?”


         Encarando a vida sempre com bom humor, Geraldo Magela diz que estudou pouco o Braille e que por isso tem dificuldades em ler, “sou um cego ignorante”. Apesar disso, a tecnologia tem sido uma ferramenta favorável para os deficientes visuais, graças aos programas de voz “o ceguinho” consegue acessar sites, baixar músicas, enviar e receber e-mails.

Um exemplo de vida, superação e talento, assim podemos definir esse artista que já conquistou o carinho e o respeito do povo brasileiro.

 
 






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Clajá e a Arte da Caricatura

Cheio de ideias, nas horas vagas o caricaturista também pinta e escreve poemas.

                                                                          Jaqueline de Paula



Irreverente. Esta palavra define bem o caricaturista belorizontino Antônio Moreira, mais conhecido pelo pseudônimo de Clajá, (junção do nome de sua mãe Clarentina Jacinta). Autodidata, seu trabalho com caricaturas começou em 2003. Ele conta que já foi gerente de uma gráfica onde adquiriu grande experiência, mas que era péssimo administrador. “Abri minha própria tipografia dentro da Galeria do Ouvidor e comecei a empregar meninos de rua, mas com essa “brincadeira” acabei quebrando“.

O interesse por caricaturas surgiu enquanto Clajá assistia a programas de entrevistas de longa duração como os de Marília Gabriela e Jô Soares e tinha tempo para desenhá-los. “Um dia pendurei uma placa no pescoço escrito caricaturas e saí pelas ruas, um dono de bar me viu e pediu que o desenhasse, este foi meu primeiro cliente, a partir daí comecei a levar o trabalho a sério”, conta o artista.


        Cheio de histórias inusitadas para contar, o caricaturista diz que não trabalha por dinheiro, mas por prazer. “Ando de bar em bar, mas não ofereço minhas caricaturas, não gosto de atrapalhar o movimento dos bares e não quero que comprem por acharem que sou um coitado”.

Além de caricaturista, Clajá já escreveu dois livros que ainda não foram publicados e conta que os poemas que escreve são psicografados, “tenho que escrever no momento que vem a letra, se não o fizer, esqueço tudo.”

Empreendedor, Clajá já contratou uma assistente que o ajudará a montar um site onde poderá divulgar um pouco mais do seu trabalho.


ADMINISTRADORAS DE CONDOMÍNIOS: SERÁ QUE VALE A PENA CONTRATÁ-LAS?

Por Jaqueline de Paula




 As tarefas realizadas por um sindico não costumam ser das mais agradáveis. Pensando nisso, muitas empresas vêm ganhando espaço no mercado como administradoras de condomínios. Estas empresas prestam assistência ao sindico e aos moradores e por isso tem sido cada vez mais procuradas. Uma maneira eficaz de resolver os problemas internos, mas será que o custo benefício vale a pena?


A sindica do Edifício Paineiras, Maria das Dores Pedra diz que no condomínio onde mora não valeria à pena contratar uma administradora, pois o prédio só possui seis apartamentos, “aqui nós contratamos apenas jardineiro e faxineira e não temos porteiro, acho desnecessário pagar por um serviço que eu mesma consigo realizar. Apesar de surgirem problemas de vez enquanto, com a colaboração dos vizinhos, consigo resolvê-los.”

Algumas administradoras se limitam a fazer apenas a contabilidade dos condomínios, outras se comprometem a realizar o serviço completo: cuidar da contabilidade e da parte jurídica, prestar serviços técnicos e de manutenção, participar das reuniões com os moradores entre outros. 

O Grupo Pontual é credenciado ao PAR, (Programa de Arrendamento Residencial) que tem como agente executor a CAIXA e o FAR (Fundo de Arrendamento Residencial). Promovido pelo Ministério das Cidades, o programa foi criado com o objetivo de ajudar municípios e estados a atenderem à necessidade de moradia da população que recebe no máximo seis salários mínimos e que vive em centros urbanos.
O Grupo presta serviços na área de atendimento e movimentação financeira. Viviane Aleixo, gerente da filial em Belo Horizonte diz que como o foco da empresa são condomínios de classe média baixa, o custo benefício cobrado pela empresa é de apenas 10% da taxa de arrecadação total.

  O administrador da empresa Exata e sindico do edifício Monte Carlo, Luciano Luehring acha importante que o sindico tenha um suporte na parte pessoal, operacional e financeira. “Há muitos casos de condomínios onde a maioria dos moradores não querem ser sindicos, e isso vira um transtorno, pois muitas vezes a pessoa escolhida não tem técnica, experiência nem embasamento para cuidar dos afazeres do lugar onde mora. Outro problema frequente é quando o sindico tem outro emprego e não recebe pelo trabalho que faz no condomínio, isso desmotiva as pessoas a realizarem melhor suas funções, por isso acho importante contratar uma administradora, para que ela minimize a dor de cabeça dos moradores.”

O custo benefício da contratação de uma Administradora de Condomínios é variável, pois depende de uma série de fatores, como qual a estrutura do prédio, quantos moradores têm, quantos andares, se tem elevador, número de funcionários, entre outros. É importante realizar um cálculo orçamentário e verificar se compensa ou não contratar o serviço.